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A cozinha do campo à mesa

A industrialização aumentou a distância que o alimento percorre do campo até à mesa. Se, há poucas décadas, víamos nossos avós usando ingredientes que saíam da horta ou do terreiro da casa direto para o fogão ou à mesa, hoje, a maior parte do que comemos, é colhido, processado, embalado, transportado até os distribuidores e só então chega ao supermercado e daí até o consumidor.

Com todo esse distanciamento, passamos a comer basicamente comida industrializada e ultraprocessada. Comida feita com sabores sintéticos e aditivos químicos, longe de ser uma comida de verdade. A globalização da agricultura também reduziu drasticamente a diversidade de alimentos plantados no mundo, empobrecendo o solo com as monoculturas e produtos químicos, erodindo culturas e cozinhas regionais.

O modelo do-campo-à-mesa é um movimento social alimentar que está ligado à adequação à estação, respeitando o tempo de cada alimento, valorizando as diversidades das cozinhas regionais e os relacionamentos diretos com os agricultores locais e pequenos produtores. Também está associado a uma comida mais saborosa, preocupada em resgatar os sabores perdidos nos alimentos.

Muitos restaurantes em todo o mundo, com a promessa da cozinha do-campo-à-mesa, dão forma aos seus cardápios a partir dos limites da agricultura local, homenageando-a e encurtando a cadeia alimentar. Uma cozinha do produtor ao consumidor, isto é, com produtos que saem diretamente da terra para os pratos e às panelas. Uma alimentação que prioriza os alimentos naturais.