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Dia das Mães e a cozinha afetiva

Um cheiro que remete a uma lembrança. Um jeito de fazer que lembra na hora de alguém. Uma receita que só aquela pessoa sabia, e passou especialmente pra você. Os afetos que existem por trás de uma boa alimentação são inegáveis, é quase uma marca registrada da produção artesanal, e muitas vezes da agroecológica também. Cultivos feitos em família, hortas que perduram gerações, culinária afetiva. São histórias que vão se passando e construindo o legado de cada um de nós, das nossas famílias, e das nossas memórias.

São histórias como a da Grace, mãe, mulher, batalhadora, que diante da aposentadoria, com uma família já constituída e encaminhada, resolveu se arriscar revolucionando sua carreira e abrindo a Manda Lá Pães Artesanais. Em um ramo completamente novo, mostrou que as receitas feitas com amor dão resultado.

É também como a história da Mayra, que vende os produtos plantados cuidadosamente no sítio da sua família, em Igarapé. Desde que resolveu comercializar a produção, que antes era apenas para consumo próprio, conta com o apoio incondicional da sua mãe Schirley, pedagoga, mas que resolveu se dedicar as atividades do sitio, apoiando na colheita, separação e acompanhamento das atividades. Os produtos da Vem do Sítio estão disponíveis aqui na Fazendinha.

“Minha Mãe sempre me fez olhar as coisas e os processos da vida no lado positivo e otimista, nunca desistir e sempre sendo uma boa incentivadora. Minha Mãe sempre me fez olhar as coisas e os processos da vida no lado positivo e otimista, nunca desistir e sempre sendo uma boa incentivadora.”

 

Já a história da Sabrina, da Tomilho Fresco, passa por várias gerações.

“Sempre vivi dentro de uma cozinha, primeiro por parte da minha avó materna, Dona Nana, que tinha um coração gigante, família grande, que nem cabia todos a mesa, os netos sentavam juntos coladinhos no chão ou em um banco na hora do almoço de domingo.

Minha mãe, Helena Dalva, me ensinou e ensinou a minha irmã a cozinhar, eu tinha 8 anos quando pela primeira vez liguei um fogão sozinha. Minha mãe e meu pai trabalhavam e eu esquentava o almoço, tinha um banquinho que subia para dar altura para ver e mexer as panelas, minha mãe já deixava tudo pronto, era só esquentar.

São as grandes mulheres, mães, responsáveis por eu ser essa mulher, cozinheira.”

Hoje todo esse legado se traduz nos bolos, massas, molhos e tantos outros produtos feito com todo esse sentimento afetivo.

São histórias de mulheres fortes, mães, com um talento único, como a da Carlinha, da Carlinha Queiroz Delícias Caseiras, e da sua mãe Mara. A Mara nasceu em uma família onde a matriarca foi a primeira mulher a ter uma loja de roupas, uma pioneira, e desde nova se destacava na culinária, passando a diante seus conhecimentos e seu exemplo de persistência e garra. Hoje, a Mara é peça fundamental nos confeitos da Carlinha, que tem muito orgulho de dizer para os clientes que “Foi a mamãe que fez as casquinhas cristalizadas.”.

“Temos uma história de parceria, apoio e muito…muito amor. Há 5 anos o câncer a pegou , e juntas lutamos bravamente, lembro o dia de raspar a cabeça, a primeira químio…e ela ali, firme e forte superando tudo de cabeça erguida. Este seu exemplo de vivacidade eu herdei e consegui transmitir a meus filhos que são ímpares”.

Nesse Dia das Mães homenageamos essas mulheres, mães, produtoras, que trazem a culinária afetiva pra dentro do seu trabalho e para as nossas casas.

Cada produtor na Fazendinha tem sua história, suas memórias, e seu legado. Conheça o trabalho da Grace (Manda Lá Pães Artesanais), da Mayra (Vem do Sítio), da Sabrina (Tomilho Fresco), da Carlinha (Carlinha Queiroz Delícias Caseiras) e de tantos outros produtores incríveis, aqui na Fazendinha em Casa.